domingo, 30 de outubro de 2016

A única coisa mais difícil do que o perdão

A única coisa mais difícil do que o perdão
é não perdoar.

[Maravilhosa Graça - Philip Yancey]

A pessoa libertada quando perdoamos

A primeira e geralmente única pessoa a ser curada
pelo perdão é a pessoa que perdoa... 
Quando genuinamente perdoamos, 
libertamos um prisioneiro, e então, 
descobrimos que o prisioneiro que libertamos
éramos nós.

[Maravilhosa Graça - Philip Yancey]

Não perdoar me aprisiona ao passado

Não perdoar me aprisiona ao passado
exclui todo potencial de mudança. 
Assim, transfiro o controle para o outro, 
meu inimigo, e me condeno a sofrer as
consequências do erro.

[Maravilhosa Graça - Philip Yancey]

O perdão oferece uma saída

O perdão oferece uma saída. 
Ele não resolve todas as questões da culpa
e da justiça.

[Maravilhosa Graça - Philip Yancey]
Você não pode dar um jeito em si mesmo. 
Olhe para JESUS... E creia!

[3:16 - Max Lucado]

Nosso lugar na lista de DEUS

Perdemos muita coisa na vida,  traço,  equilíbrio, estabilidade,
e saúde. 
Perdemos empregos e chances, e perdemos no amor. 
Perdemos a juventude com o seu vigor, idealismo e sonhos.
Perdemos muita coisa, 
mas nunca perdemos nosso lugar na lista do todo aquele de DEUS.

[3:16 - Max Lucado]

DEUS aceita você seja como for

"DEUS aceita você "seja como for
 que ELE o encontrar. 
 Não é preciso se purificar ou
 subir a um lugar alto. 
 Apenas, abra os olhos. 
 A política de DEUS que diz tudo
 aquele que tem o benefício
 do "seja como for".

[3:16 - Max Lucado]

Confie que FAREI

"Cabe a você confiar. 
 Confie que FAREI o que você não pode fazer."

[3:16 - Max Lucado]

JESUS tinha algum pecado?

JESUS tinha algum pecado?
[...] 
Sim, ele tinha os meus pecados.

[3:16 - Max Lucado]

Sonhos produzem força para nos tirar do lugar


Quanto mais maduros


DEUS corrige aquele que ELE ama

“Filho, preste atenção quando o Senhor DEUS
 o castiga e não se desanime quando ele o repreende.
 Porque o SENHOR corrige quem ele ama, 
 assim como um pai corrige o filho a quem ele quer bem.”
Provérbios 3:11-12

Como lidar com pessoas difíceis




5 maneiras como JESUS aceitava o inconveniente, e o irritante 

Como deveríamos tratar as pessoas com um caráter difícil?
Algumas pessoas podem ser complicadas de conviver simplesmente porque representam um desafio. Talvez sejam complicadas porque vivemos com elas (e a convivência próxima amplia as rivalidades). Quem sabe seja difícil porque nós somos complicados e há algo em nós que as irrita. Ou realmente são difíceis.
Seja qual for o caso, podemos aprender a aceitar os inconvenientes, as incoerências e as perturbações (da gente e dos acontecimentos) de nossa vida e vê-los não como desconforto necessário, mas sim como presentes da vida.
A escritora católica americana Heather King escreveu:
Quando estamos abertos e receptivos a tudo o que o mundo tem para nos oferecer, e o mundo inteiro nos instrui, então tudo ao nosso redor se ilumina por dentro. É então que percebemos que tudo está, ou pode estar, conectado com nossa busca da beleza e da ordem. Tudo “encaixa”: bonecas velhas, jornais em ruínas, botões descartados; as pessoas difíceis.
Conseguir enxergar pessoas difíceis de uma forma positiva pode ser pedir muito. Mas podemos começar por aprender a tratar os demais de uma forma parecida como Jesus fez.
As Escrituras nos ensinam algumas das maneiras como Jesus tratou pessoas difíceis:
1. Jesus faz perguntas
No Capítulo 2 de Lucas, pedem a Jesus que resolva uma disputa familiar e Ele basicamente responde, “Eu sou sua babá?” (eu sei, é uma tradução muito livre). É interessante destacar que Jesus faz muitasperguntas nas Escrituras. As perguntas de Jesus às vezes eram retóricas, ou desafiantes, e outras vezes ele também esperava respostas e opiniões. Ao fazer perguntas, Jesus enfatiza sua atitude aberta para com o seu interlocutor.
É curioso, mas nós não somos de fazer muitas perguntas. Damos consentimento, palestras, damos lições, observamos, interrompemos e julgamos. Mas raras vezes fazemos perguntas ao outro. Jesus, ao fazer perguntas frequentemente (creio que estava modelando o comportamento de um bom comunicador), mostra o suficiente interesse pela outra pessoa para iniciar e estimular uma conversa. Ainda mais,  quando são pessoas de difícil tratamento.
2. Jesus nunca se sente encurralado
No Capítulo 6 de Lucas, Jesus está dando um passeio de sabbat (Sábado, entre o judeus é o dia de festa dedicado ao culto divino) com seus discípulos, quando aparecem os fariseus, como se tivessem saído do nada, e o acusam de quebrar o sabbat. Jesus não se altera. Nunca se assusta com as pessoas que tentam colocar um obstáculo ou que pensam o pior Dele, porque Ele não se importa com o que os outros pensam.
Existem ocasiões em que há pessoas que nos encurralam com suas presunções e críticas e isso pode fazer-nos duvidar se a maneira que vemos é mais objetiva do que a percepção que temos de nós mesmos. É duro quando os outros nos interpretam mal ou não se esforçam em nos conhecer antes de nos julgar. Porém, tal como fazia Jesus, não temos que nos sentir definidos pelas projeções que os outros têm de nós. Nossa identidade habita em Deus e Nele devemos buscá-la, não no que as outras pessoas tentam impor.
3. Jesus sabe quando ignorar
Lembra quando Jesus irritou todos os antigos vizinhos e amigos de sua cidade natal, Nazaré? Eles ficaram tão furiosos que decidiram atirá-lo de um penhasco. Jesus, ao ver que essas pessoas não tinham razão, ignorou seu ódio, “passando pelo meio deles, seguia seu caminho” (Lucas 4).
Algumas vezes as pessoas difíceis têm acessos de raiva, falam com dureza ou abusam de nós (uma maneira muito comum é na internet, por exemplo). É hora de desligar e voltar. Jesus sabia manter sua pressão sanguínea sob controle e não desviava os olhos de seu objetivo. Claro, se temos que falar as coisas claras para alguma pessoa, uma boa discussão frente a frente pode ajudar. Mas melhor quando seguramos os ânimos.
4. Jesus não se põe na defensiva
No Capítulo 10 de Marcos, Tiago e João dizem a Jesus: “Mestre, queremos que nos faças o que vamos te pedir”. Mas Jesus é independente, de modo que os favores que os outros lhe pedem e os abusos de confiança não o ameaçam. Sabe quando dizer não ou dizer sim, e não se castiga quando não faz os outros felizes.
Em algumas ocasiões as pessoas podem pedir de nós mais do que podemos dar. Podem tentar nos convencer fazendo-nos sentir culpados e antes de percebermos estaremos satisfazendo um caprichoso ou um mandão (e mandar é um vício difícil de satisfazer!). Mas Jesus não tenta agradar as pessoas. Jesus não precisa proteger-se dos outros; a vontade de Deus é segurança suficiente. Esta é a origem da sua defesa.
5. Jesus é flexível
Em Mateus 15, uma mulher cananeia pede para Jesus curar sua filha, e Ele se recusa. Mas, em seguida, comovido pela resposta da mulher, que demostra ter uma grande fé, decide fazer a cura. Jesus se aproxima das pessoas com uma mente aberta. Permite que o Espírito Santo o guie.
Quando uma pessoa difícil se aproxima, pode passar pela nossa cabeça ‘Ótimo, vamos começar’ ou ‘Eu já sei o que vai dizer’, mas Jesus mantém uma mente aberta quando os outros se aproximam. Porque nunca se sabe.
É possível que o Espírito Santo te guie, ou guie a alguém de caráter complexo, e que atue de forma diferente, inesperada. O estar próximo dos outros nos aproxima também do Espírito Santo, que trabalha dentro de nós e das outras pessoas.

DEUS é capaz de garantir o espetáculo


A vida é curta


A desilusão

"A desilusão é a visita da verdade".

[Chico Xavier]

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Orar com objetivo é disponibilidade

O evangelho de hoje nos mostra como Jesus escolheu os doze Apóstolos, que seriam aqueles que estariam mais próximos a ele e encarregados de levar o Reino de Deus a todos os povos quando o Senhor estivesse ressuscitado e sentado à direita de Deus.

Podemos observar que Jesus além de se afastar de tudo subindo em uma montanha, ficou a noite toda a orar. Assim devemos ser, é preciso muitas vezes procurar situações e lugares onde podemos conversar com Deus, e de preferencia que este momento e lugar seja no Santíssimo, onde muitas vezes temos a oportunidade de ficar a sós com nosso Senhor, e podemos silenciar para ouvir o que Ele nos fala.

Através da oração recebemos a força do Espírito Santo, que vem para nos curar, nos orientar e nos direcionar quanto as nossas decisões. Em um mundo tão agitado, é preciso mais ainda buscar uma vida de oração, onde o silencio é capaz de nos aproximar de Deus.

Que Nossa Senhora Virgem do Silêncio nos ajude a escutar a voz do Senhor que nos chama a um compromisso maior e nos ensine o valor da oração e do silencio. 

Amém.

PARÓQUIA DIVINO ESPÍRITO SANTO - REALENGO 

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Abençoado dia

sábado, 22 de outubro de 2016

Auxílio

"Hoje auxiliamos, amanhã seremos os necessitados de auxilio." -

[Chico Xavier]
 12Assim, ele capacitou os santos para o ministério, para edificar o corpo de Cristo, 13até que cheguemos todos juntos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, ao estado do homem perfeito e à estatura de Cristo em sua plenitude. 14Assim, não seremos mais crianças ao sabor das ondas, arrastados por todo vento de doutrina, ludibriados pelos homens e induzidos por sua astúcia ao erro. 15Motivados pelo amor, queremos ater-nos à verdade e crescer em tudo até atingirmos aquele que é a Cabeça, Cristo, 16Graças a Ele, o corpo, coordenado e bem unido, por meio de todas as articulações que o servem, realiza o seu crescimento, segundo uma atividade à medida de cada membro, para a sua edificação no amor.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Mansidão em qualquer situação


A Palavra de Deus, na Carta de São Paulo aos Efésios é, na verdade, uma injeção de ânimo em nós, para que tomemos ânimo na missão, na vocação e no dom que recebemos de Deus. Não dá para caminharmos como estamos fazendo, entregando-nos ao desânimo e perdendo a direção da estrada e da caminhada.

O próprio São Paulo nos apresenta os remédios para vivermos bem a nossa missão e nossa vocação. Primeiro: muita humildade e mansidão. Quando levamos a vida, simplesmente passando por tantas coisas, crescemos naquilo que fazemos, e muitas vezes ficamos aquelas pessoas orgulhosas, soberbas e perdemos o norte, a direção e, sobretudo, as nossas raízes. Quando perdemos a nossa raiz, e tornamo-nos aquela árvore grande demais, perdemos a humildade e a mansidão. Todas as relações humanas, a começar pela família, a casa, o trabalho, e onde quer que nós estejamos, seja na igreja, na paróquia, na comunidade, precisamos ser humildes naquilo que fazemos.

Nada de sentir-se superior ou mais importante. “Só o que eu faço tem valor!”. Quando nos colocamos nesta posição, as coisas se tornam complicadas, vão criando aqueles embaraços e as situações  tornam-se difíceis.

Do outro há a mansidão de coração, como ela é necessária em tudo o que nós fazemos! Não seja aquela pessoa impositiva, que fala alto, que sempre impõe a sua vontade, a sua opinião, só o que ela pensa é certo. Não queira que os outros pensem como você, não queira se impor nas redes sociais, porque ninguém suporta pessoas impositivas, que se acham melhores e mais sábias.

Seja manso! Mansidão é, justamente, isso. Eu falo o que penso, sou autêntico no que falo, mas não preciso impor nada a ninguém. Sei escutar o que é diferente, sei acolher o que o outro traz. Pode ser que você não concorde com nada que ele fale, mas só de acolhê-lo com humildade, já mostra o tamanho da mansidão do seu coração.

Vivemos tempos difíceis nas relações humanas, porque os seres humanos estão dialogando menos e se impondo cada vez mais. Isso gera atritos, violências verbais e orais, muitas vezes, agressões físicas que só corroem as relações no meio em que vivemos.

Por isso, a Palavra de Deus, hoje, quer nos injetar humildade, mansidão e, sobretudo, capacidade de suportarmos uns aos outros na paciência.

Paciência é realmente isso: é a capacidade de sabermos suportar os limites e os defeitos do outro, e até coisas desagradáveis na pessoa do outro, vamos saber enxergar de outra forma, se a caridade é o que move o nosso coração.

Assumamos com amor, com vigor, com disposição aquilo que recebemos de Deus, mas apliquemos com amor os remédios que a Palavra de Deus nos dá: humildade, paciência e mansidão.

Que isso seja sempre abundante em nossa vida. Se soubermos levar bem esses remédios, conseguiremos sobreviver a todas as tempestades que a vida nos leva a viver!


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo 

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Descomplicar para servir melhor


Celebrando o evangelista São Lucas, voltamo-nos para a riqueza do Evangelho que ele mesmo nos escreveu. Um homem cheio do Espírito Santo, sensível as coisas de Deus, sensível aos mais pobres e aqueles que fizeram-se dóceis à vontade de Deus e tornaram-se discípulos e discípulas de Jesus Cristo.

O Evangelho de Lucas é para todos nós uma escola de como devemos proceder para ser um bom discípulo de Jesus.

O discípulo de Jesus é chamado, é escolhido. “Pedi ao dono da messe que mande trabalhadores para a colheita” (Lucas 10, 2). Muitos são chamados, porém poucos são escolhidos, poucos correspondem aos critérios necessários de uma seleção para ser um discípulo de Jesus.

Jesus deseja que cada um de nós estejamos em Sua escola e sejamos Seus seguidores! Para ingressar numa escola séria (pense numa escola militar, como eles selecionam seus alunos), não é que discriminam, nem que deixam pessoas de escanteio. A verdade é que para seguir aquela meta, a pessoa tem que ter, acima de tudo, disposição. E para ser um discípulo de Jesus também, pois não O seguimos para que Ele faça as nossas vontades, mas para fazermos a vontade d’Ele, para aprendermos com Ele e seguirmos os Seus passos.

O discípulo de Jesus além de ser um escolhido, é um enviado. É Jesus quem nos envia, ninguém é escolhido para ficar de braços cruzados, para dizer: “Venha Senhor o vosso Reino!”. O que recebemos é para darmos aos outros, é para levarmos e sermos missionários onde quer que estejamos.

O Senhor nos envia como cordeiros para o meio de uma geração de lobos ferozes que atacam, distorcem e, acima de tudo, perseguem a vivência do Evangelho. Por isso, para ser discípulo de Jesus é preciso deixar os costumes dos lobos ferozes da sociedade em que vivemos, para nos tornarmos bons cordeiros do Evangelho de Jesus Cristo.

O discípulo de Cristo precisa ter disposição para ser despojado, para enfrentar as intempéries da vida. Porque hora está bem, hora não está tão bem. Hora está na abundância e hora na pobreza, nas indigências e necessidades, mas a alegria, a disposição de servir ao Senhor deve ser a mesma.

O discípulo de Jesus é o mensageiro da paz, onde Ele se faz presente, leva a paz do Senhor para as famílias. É o portador da paz que vem do coração de Cristo.

Para ser um discípulo de Jesus, precisamos levar a Palavra de Deus com ardor e amor aonde quer que fomos enviados. O discípulo de Jesus não pode ser cheio de ‘coisinhas’, pelo contrário, tem que ser uma pessoa descomplicada, que simplifica as coisas e não coloca dificuldades.

O discípulo de Jesus não fica escolhendo: “Eu só como isso! Eu só faço se for assim!”. O discípulo de Jesus é simples e faz as coisas de forma simplificada e descomplicada. Afinal de contas, o que Deus faz é nos descomplicar. É verdade que temos diversas complicações na vida, mas quando nos aproximamos do Mestre, Ele é tão simples que até ficamos confusos com tanta simplicidade.

Na verdade, quem é complicado somos cada um de nós. Somos nós quem nos embaraçamos no caminho, misturamos as coisas. Somos hora lobo, hora cordeiros; estamos hora no mundo e hora em Deus.

Se miramos em Cristo e voltamos para Ele o nosso olhar, Ele mesmo faz de nós bons discípulos da Sua messe!


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo 

domingo, 16 de outubro de 2016

ELE cumpre e protege

30 Este Deus faz tudo perfeito e cumpre o que promete. 
Ele é como um escudo para os que procuram a sua proteção. (Salmos 18:30)

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Ser Santo: antes de tudo é uma necessidade


 Começo com a última expressão: foi no “amor” que o Pai nos escolheu. Antes de nos escolher, foi no amor que o Pai nos criou à Sua imagem e semelhança.

Para que o Pai nos criou? Deus nos fez para que fôssemos santos e irrepreensíveis, porque Ele é todo santo e irrepreensível, e não se deixa levar por nenhum erro ou mal. É verdade que nossa natureza ficou indisciplinada, mal inclinada e, muitas vezes, deixamos de ser santos, não conseguimos ser puros como precisamos ser.

A graça de Deus nos purifica e nos renova. E onde está a graça de Deus? A graça está em Cristo Jesus, Ele é o Senhor da graça. É a renovação que nossa alma e nosso coração precisam!

Por isso, se queremos ser santos, isso é muito importante: santidade é uma escolha, uma opção, uma decisão de luta, de empenho e entrega à vontade de Deus. Não é aquela preocupação de ser o “santo do altar”, como foi São Francisco, São Paulo, Santo Inácio de Loyola e tantos outros santos que a Igreja e o povo canonizaram e aclamaram.

Sejamos santos na medida em que podemos e devemos ser santos. Um pai santo, uma mãe santa, um padre santo, um jovem santo, uma moça santa. Isso não é beatice, pelo contrário, é apenas corresponder à graça que um dia fomos chamados a ter, aquela mesma graça que recebemos em nosso batismo.

Não podemos fazer da santidade uma questão de brincadeira, não podemos ficar tirando sarro, menosprezando as pessoas que procuram ser virtuosas, crescerem na oração, na piedade e na vontade de Deus, porque isso é obrigação de todos nós.

É verdade que a santidade não é simplesmente levar uma vida beatíssima, em altíssimo grau de oração. Ainda que seja imprescindível para que a graça da santidade cresça em nós. A via da oração é a via de união e comunhão com Jesus, é a via pela qual o Espírito age e nos liberta!

A santidade precisa ser vivida nos atos, nos gestos e atitudes. Há santidade no querer fazer o bem aos outros, há também a santidade daqueles que rezam muito e fazem tanto mal aos outros. Isso não é santidade! Há outros que falam e escutam a Deus, têm diálogos intermináveis com Ele, mas não sabem dialogar com o próximo, na sua casa, não sabem ouvir a pessoa do outro… isso também não é santidade.

Santidade é ser justo, é saber dar a Deus o que é d’Ele. É saber tratar com amor, com ternura e com muito respeito o seu próximo!

Deus quer e Sua graça em nós age para que sejamos santos. Foi para isso que Deus nos escolheu e é para isso que precisamos nos esforçar! Para este grande empreendimento divino de nos fazermos, de fato, à imagem e semelhança desse Deus que é santo e irrepreensível.


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo 

Um dia a mascara cai


Não há nada mais danoso para a alma humana e para o nosso coração do que a hipocrisia. A hipocrisia é exteriorizada na vida daquela pessoa que vive de máscaras, de fantasias, que mostra para os outros o que, de fato, ela não é na sua intimidade e na sua realidade.

Creio que você ficaria assustado se soubesse que a pessoa que cuida do seu filho, que trabalha com você é uma pessoa bondosa em sua frente, mas, por trás, quando você não está, ela pratica crimes ou outras coisas abomináveis.

Não adianta apenas repararmos os outros, porque dentro de cada um de nós há uma dose de hipocrisia. De onde vem essa dose de hipocrisia? É a marca do pecado em nós.

Com a graça do batismo, somos lavados do pecado original e nos foi dada a força para combatermos o pecado. Mas é verdade, também, que não é com a mesma seriedade e mesmo empenho que conservamos a graça do batismo em nós. E uma vez que não conservamos essa graça, não a fazemos crescer em nós, e impurezas vão crescendo ao nosso lado.

Para você entender: alguém vai nos visitar em nossa casa e queremos mostrar que a casa está limpa. Escondemos a poeira debaixo do tapete, jogamos as “tranqueiras” em um quarto para que ninguém veja. Queremos que as pessoas enxerguem: “Nossa, que casa arrumada! Que casa bem limpa e organizada!”. Pena que a pessoa não sabe que é apenas nessa “horinha” que estamos ali.

Às vezes, queremos chamar atenção de alguém, vestimo-nos de algum jeito e fazemos uma cara, um comportamento, tornamo-nos uma pessoa querida. Mas, infelizmente, as máscaras caem. Ou melhor ainda, felizmente, porque é ruim viver enganado e iludido. Você vive com uma pessoa achando que é uma coisa e quando percebe, é outra.

Essa é a nossa luta de cada dia, e para combater a dose de hipocrisia que há em nós, para que não cresça, não se multiplique e depois tome conta de toda a nossa vida, temos que vigiar e cuidar!

O pior da hipocrisia é quando ela cresce de tal forma que não conseguimos mais nos enxergar. Os nossos olhos se fecham para a realidade interior e crescem para as realidades exteriores.

Geralmente, a hipocrisia faz de nós pessoas críticas, amargas, azedas que estão olhando somente os problemas dos outros, enxergando os erros e limites que há nos outros. O mal do hipócrita é que não se enxerga e se finge ser aquilo que não é.

Deus é bom, santo e puro! Ele perdoa todo e qualquer pecado e a maior das misérias humanas. O único pecado que não dá para ser perdoado é o não reconhecido. A hipocrisia nos faz mal e não nos deixa reconhecer e nem permite que tiremos as máscaras que carregamos.

Não importa quão sujo e feios estejamos, Deus nos ama do jeito que somos. Só não dá pra correr para junto d’Ele revestidos de máscaras, fantasias, ilusões e ser aquilo que não somos. Podemos até nos enganar e por um tempo tentar enganar os outros, mas a Deus ninguém engana!


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Ave Maria


Sua amigas


Mãezinha