"ELE é antes de todas as coisas,
e todas as coisas subsistem por ELE"
Como o ato de dizer às pessoas que fossem boas umas com as outras
pôde levar à crucificação de um homem?
O Mestre
Esse galileu que em vida flaou a menos pessoas do que as que lotariam
apenas um dos muitos estádios que Graham logou, mudou o mundo
mais do que qualquer outra pessoa.
Em JESUS, DEUS econtrou um meio de se relacionar com os seres
humanos que não passava pelo medo.
Por causa do silêncio dos Evangelhos, não podemos responder com
certeza à pergunta sobre qual era a aparência de JESUS. Creio que
isso é muito bom. Nossas representações glamurosas de JESUS
falam mais a nosso respeito do que a respeito Dele.
Os Evangelhos apresentam um homem com tal carisma, que o povo
ficava sentado por três dias sem intervalo, sem comer, apenas para
ouvir suas palavras instigantes.
Tinha uma paciência quase inexaurível com os indivíduos, mas
não tinha paciência nenhuma com as instituições e com a injustiça.
Três vezes, pelo menos, Ele chorou na frente de seus discípulos.
Não ocultou seus temores nem hesitouo em pedir ajuda.
JESUS também gostava de elogiar outras pessoas.
Quando operava um milagre, não raro desviava o crédito
de volta para o contemplado. "A tua fé te salvou".
JESUS rapidamente estabelecia intimidade com as pessoas que
conhecia.
Chegava imediatamente ao âmago da questão.
Vivendo num planeja de livre arbítrio e de rebeldia, JESUS não
poucas vezes deve ter-se sentido "pouco à vontade". Nessas
ocasiões se retirava e orava, como para respirar o ar puro de
um Sistema de Apoio à Vida que lhe daria forças para continuar
vivendo num planeta poluído.
Quem foi ELE
Às vezes aqueles de nós que procuram JESUS não podem ver além
do próprio nariz.
O classificaram como: mágico, político, revolucionário, carismático, profeta escatológico, um hippie, um líder alucinógeno de um culto sagrado de LCD.
No meio de tanta confusão, como respondemos à simples pergunta:
"Quem era JESUS?".
Alguns livros religiosos tem o cheiro desagradável de propaganda - mas não os Evangelhos.
Quanto mais eu estudava JESUS, mais difícil se tornava classificá-lo.
Duas palavras ninguém pensaria em aplicar ao JESUS dos
Evangelhos: enfadonho e previsível.
Então, por que a igreja domou esta caráter, "aparou", nas palavras
de Dorothy Sayers...
Como C.S.Lewis diz: "Ele não foi de maneira nenhuma o quadro
que os psicólogos pintam de cidadão integrado, equilibrado,
ajustado, feliz no casamento, bem-empregado, popular.
Não podemos realmente estar "bem-ajustados" ao nosso mundo
se ele nos diz 'vá para o inferno' e nos acaba pregando nus a um
poste de madeira".
Poderia ter curado e aplacado desastres, mas assim, como ficaria
nossa liberdade, nossas escolhas?
Os filósofos e teólogos acusam muitas das nossas doenças
remanescentes da terra de serem consequências da liberdade humana.
Temos a liberdade de prejudicar e de matar uns aos outros, de lutar
gerras mundiais, de dilapidar nosso planeta. Somos até mesmo livres
para desafiar a DEUS, para viver sem restrições como se outro
mundo não existisse.
JESUS, simples guerreiro combatente a enfrentar o Mal cara a cara
com o poder de destruí-lo, escolheu o caminho diferente. Para ELE,
preservar o livre arbítrio de uma espécie famigeradamente falida
pareceu valer o preço. A escolha pode não ter sido fácil, pois
acarretou o seu próprio sofrimento como também de seus discípulos.
Como nos marcou
As pessoas gostavam de estar com JESUS; onde Ele estava, havia
alegria.
Hoje as pessoas utilizam-se do nome de JESUS até para pragujar.
Como soaria estranho se, quando um homem de negócios perdesse
uma tacada, gritasse "Thomas Jefferson!".
Quando leio as narrativas do nascimento de JESUS,
tremo de pensar que o destino do mundo repousou sobre a reação
de dois camponeses jovens.
Nove meses de desajeitas explicações e prolongado rastro de
escândalo - parece que DEUS preparou as circunstâncias mais
humilhantes possíveis par a sua entrada, como se fosse para evitar
qualquer acusação de favoritismo.
A idéia de que uma pessoa comum com um nome como o de
JESUS podia ser filho de DEUS e Salvador do mundo parecia
extremamente escandalosa.
As escrituras
Na vida diária, duas histórias paralelas acontecem simultaneamente,
uma na terra e outra no céu. O Apocalipse, entretanto, as vê junto,
permitindo uma rápida olhada por trás dos bastidores.
Sobre o episódio no barco e a tempestade Ele dormia. Disse o
filósofo Jacques Maritain: "JESUS tinha, afinal, adormecido por
pura fadiga [...]".
Geografia e Política
A Galileia tinha a reputação de ser um solo criador de
revolucionários. Era uma província mais distante de Jerusalém
e a mais retrógrada culturalmente.
Os fariseus, partido popular da classe média, muitas vezes se
encontravam em cima do muro, vacilando entre entre o
separatismo e o colaboracionismo.
Os farizeus escolhiam suas batalhas com cuidado, pondo a vida
em período apenas quando necessário.
Como as igrejas não resistem a tentação, como fez JESUS
no deserto? Para vergonha a história revela tentativas nada suaves
de melhorar o método de CRISTO. Às vezes a igreja alia-se ao governo que oferece um atalho para o poder.
E às vezes a igreja toma simplesmente emprestadas as ferramentas
da manipulação aperfeiçoadas pelos políticos, pelos vendedores e
pelos redatores de propaganda.
Mas, quando me afasto da história da igreja, também descubro que
sou vulnerável à tentação. Tenho falta de força de resistir aos
expedientes de solucionar as necessidades humanas.
Não tenho paciência para permitir que DEUS opere de maneira
lenta e cavalheiresca.
[Apanhados do incrível livro
"o JESUS que eu nunca conheci"
de Philip Yancey, um dos autores preferidos]
Vale a leitura completa do livro. Paz e Bem!









