sexta-feira, 8 de julho de 2016

Oração e Fé

quinta-feira, 7 de julho de 2016

O Reino de Deus não está próximo. Está no meio de nós!


A verdade que precisamos assumir e proclamar é que o Reino de Deus está próximo. Mas onde ele está? Está entre nós. E se algo está próximo, mas não chegamos, é porque precisamos dar passos.

O Reino de Deus já veio até nós. Agora, nós é que precisamos ir até ele. Você tem algo perto de você? Se isso ainda não está com você, é porque você ainda não foi abraçado. O Reino de Deus é assim, e graças a Deus já está entre nós.

Eu sei que tudo aquilo que escutamos nos noticiários, as notícias do mundo, não falam desse Reino de Deus. A notícia para o mundo é o reino das trevas, as destruições, guerras, conflitos e assassinatos, é na verdade tudo aquilo que é anti o Reino de Deus.

Não estamos ignorando essas coisas; pelo contrário, estamos sabendo que as coisas negativas estão acontecendo e estamos dizendo: “Precisamos levar o Reino de Deus a esses lugares, ao nosso meio, porque o Reino está próximo!”. Acontece que alguns não tomam posse do Reino de Deus e outros o destroem. Como destroem? A grande destruição, primeiro, é pela indiferença para com a Palavra de Deus, para com as nossas igrejas, pela presença de Cristo no meio de nós.

É uma indiferença terrível ter uma bíblia em sua casa e esta não ser aberta, não ser usada, não ser manuseada e ninguém se alimentar dela. É um desperdício vermos terços pendurados nos carros, vermos terços para tudo quanto é canto de nossa casa e ninguém rezar. É um desperdício ver nossas igrejas, muitas vezes, vazias. As pessoas vão para lá e para cá e não entram nelas. E perguntam: “Meu Deus, o que vamos fazer deste mundo?”.

Precisamos tomar posse desse Reino e fazê-lo acontecer. Não basta julgar o mundo, porque até nós que nos dizemos ser de Deus, muitas vezes, deixamos de promover o Reino d’Ele. Não há nada mais nocivo do que nós que conhecemos o Senhor simplesmente nos calarmos, não vivenciarmos a força que este Reino tem no meio de nós.

Quantas vidas transformadas, quantas pessoas curadas, quantos homens e mulheres estão sendo renovados dia e noite por causa do Reino de Deus! Podemos ir mais longe, fazer muito mais, podemos levar essa graça de Deus a todos os cantos, se tomarmos posse que o Reino de Deus está no meio de nós.

Queria olhar para sua casa, para suas redes sociais, para suas conversas e para o seu ambiente de trabalho e dizer: “O Reino de Deus está próximo, está no meio de nós!”. E que ali você cuidasse dos doentes, ressuscitasse quem está morto para este mundo, que os leprosos fossem purificados e que, acima de tudo, os demônios que nos atormentam fossem expulsos do meio de nós.

Irmãos e irmãs, é hora de fazer o Reino de Deus acontecer!


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo 

quarta-feira, 6 de julho de 2016

JESUS me chama pelo nome. Tenho compromisso com ELE.


É maravilhoso ver que Jesus chamou cada um dos Seus pelo nome, e para alguns deu um nome mais simbólico, como é o exemplo de Simão, que o Senhor fez questão de chamar de Pedro. Ele foi chamando cada um por seu nome para lhes dizer: “Você me pertence! Você é meu! Eu preciso de você! O meu Reino vai se propagar por meio da sua pessoa!”.

Assim como Jesus chamou os Seus [discípulos] pelo nome, está chamando cada um de nós pelo próprio nome. Pedro, Joana, Paulo, Maria… e você pode dizer seu nome. Cada um de nós pode assumir que seu nome está na boca e no coração de Deus, está no anseio d’Ele para que nosso nome signifique salvação, cura, libertação e restauração, para que nosso nome simbolize e recorde a presença de Deus.

Precisamos qualificar nosso nome! Muitas vezes, lembramo-nos do nome de tal pessoa, mas, em seguida, lembramo-nos de uma coisa negativa, de forma pejorativa, lembramo-nos de uma maldade, de uma coisa que deu errado.

É importante que, ao sermos chamados por nosso nome, ele seja ligado à nossa essência cristã. Talvez alguém se lembre: “Ah, ele é um beato, uma beata!”, mas que bom!, porque ‘beato e beata’ quer dizer estar no caminho da santidade, de servir a Deus.

É bom que as pessoas se recordem de nós, lembrem-se de nós querendo ou não, por causa da nossa essência cristã. É bom que as pessoas se lembrem de nós, porque rezamos, curamos, pregamos e falamos de Deus! Somos chamados pelo Senhor a dar qualidade ao nosso nome.

Em nosso ser cristão está a autoridade que Deus nos deu. E qual foi a autoridade que Ele concedeu a cada um de nós? A autoridade e o poder de expulsar os espíritos malignos e curar as doenças. Expulse os espíritos malignos da sua própria vida, não permita que eles cresçam, que tragam tormentos e muitas doenças para o meio de nós.

Tenho que ser insistente como o Papa Francisco tem sido! A fofoca é do diabo, é maligna, é destruidora e provoca muita coisa do mal. Não deixe que sua casa seja um ninho de fofoca, não deixe que as redes sociais que você usa seja para esse tipo de coisa. Não deixe crescer nenhuma espécie de mal!

Há tantas pessoas que gostam, têm prazer de falar mal dos outros, falar da vida dos outros! Mas não podemos. Queremos expulsar o que é mal de nossa vida e fazer o bem, falar do bem e falar bem do outro; queremos tirar essa doença terrível que assola nossa casa, nossa família, que são as intrigas, as fofocas e a maldita maledicência. Que, na autoridade de Jesus, ela [maledicência] seja expulsa de nosso meio.

Você perceberá quanta bênção, quanta graça vai reinar na vida de cada um de nós e em nossas famílias!


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo 

sábado, 2 de julho de 2016

À arrogância


Um tempo para cada coisa. Uma roupa para cada ocasião.


O jejum é símbolo de sacrifício, de penitência, mas também de luto. A vida é assim: há dias em que precisamos de recolhimento, precisamos penitenciar o coração. Há momentos em que precisamos estar mais dentro de nós e outros em que precisamos fazer festa com a vida, celebrá-la. Há dias em que estamos comemorando a vida que nasce, e que alegria é uma nova vida que chega, o nascimento, o batizado, o nosso aniversário ou das pessoas que queremos bem! Mas há dias em que choramos, porque o outro está doente ou ficamos mais resguardados, porque estamos com dor na alma, no coração, passando por momentos difíceis.

Precisamos ter uma postura para cada tempo, não valem os extremos da vida, não podemos transformar a festa do outro em um luto, não podemos querer que todo mundo faça luto por nossas lutas e dificuldades. Precisamos ter uma nova postura diante das situações do mundo!

Há dias em que não estamos bem, mas nos esforçamos para nos alegrar com aqueles que estão se alegrando, para não tirar a alegria dos outros. Há dias em que estamos muito mais animados e festivos, mas sabemos que temos de nos comedir, fazer-nos solidários àquele que sofre, à dificuldade que o outro está vivendo, ao luto que aquele está passando e assim por diante. Em outras palavras, há um tempo para cada coisa, há um momento para ser vivido; e nós precisamos saber viver cada momento da vida e não fazer dela aquela coisa taxativa, onde tudo é dentro da Lei.

Há dias em que queremos fazer jejum e nos programamos para jejuar, porque é sexta-feira, mas se estamos comemorando a vida do outro, a vitória do outro, a conquista do outro, não há problema nenhum em nos alegrarmos com ele. Do mesmo modo, se quisermos nos exaltar, mas soubermos que o outro está vivendo dias difíceis, podemos jejuar, fazer luto e viver a compaixão com o sofrimento dele.

Que Deus nos dê o discernimento para fazer nova todas as coisas, para não sermos tão apegados às Leis, aos rituais; mas, acima de tudo, que saibamos em tudo viver a caridade!


Deus abençoe você!

Pe. Roger Araújo